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Viagem para Sicília

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A ilha que é Sicília, muito antes de ser itália.

Trinacria era o antigo nome da Sicília em razão do formato triangular de sua área geográfica e porque é cercada por três mares. (veja a bandeira da Sicília como é curiosa). Essa sua localização, de fácil acesso a outras terras, a levou a ter em seu território moradores distintos ao longo de sua história e isso incluiu gregos, romanos, normandos, cartagineses, árabes e espanhóis. Dá para imaginar o imbróglio racial que trouxe à região uma mescla de culturas que, por sorte, convivem pacificamente por ali.
E é paz, sol e natureza que o turista procura quando visita a ilha. Mesmo que ela ainda sofra com uma nada bem-vinda associação com a Máfia, se ainda existe crime organizado, isso não influi o fluxo turístico. Para atrapalhar (ou despertar a curiosidade), Hollywood deu vida a um Don Corleone que contribuiu para que o imaginário coletivo seja de que há um gangster em cada esquina e que se recomenda ficar agachado ao menor sinal de disparos.
Hoje, disparos só mesmo os provocados pelo Etna, vulcão ativo na costa leste da ilha que, da imponência de seus 3300 metros de altura, olha as cidades turísticas logo abaixo, tossindo aqui e ali para mostrar quem manda no pedaço. É o maior vulcão da Europa e um dos maiores do mundo, por isso o apelo turístico e ponto obrigatório dos visitantes. Mas não o único.
A ilha se divide em nove províncias, cinco delas são queridinhas dos turistas: Catânia, Agrigento, Siracusa, Trapani, além da capital Palermo. Pelo tanto de povos que moraram nesses mares, as construções remanescentes são de dar inveja aos mais belos sítios arqueológicos. Encontram-se etapas distintas de templos gregos, além de um sem número de igrejas medievais e outras de uma essência barroca de tal intensidade que acabou ganhando denominação de barroco siciliano. Sicília é uma aula de história ao vivo.
Outro detalhe da ilha é que ela é cercada de guloseimas por todos os lados. Come-se bem e barato. Os vinhos são deliciosos. Seu perfil rural traz à mesa azeitonas, tomates, azeite de oliva. Para completar, o povo tem uma mão abençoada para produção de doces. Portanto: reserve espaço para provar as delicias locais.
Sicília é populosa. Tem mais de cinco milhões de habitantes. São alegres, simpáticos e orgulhosos de quem são. Por isso, ouvir o dialeto local é mais frequente do que qualquer bongiorno no idioma nacional. Eles se consideram primeiramente sicilianos e depois, italianos. Arriscam o inglês, modestamente ou não, quando se trata de atender estrangeiros porque gostam de receber bem.
A mescla cultural contribui para o visitante se sentir em casa porque sempre vai existir um pedacinho de quem vai nos recantos maravilhosos de seus 25.708 km2. Difícil mesmo é sair dali sem levar um pedação do que viu no coração e na alma.

 

Sicília: Bela em cada recanto

Palermo: sicilianos não são italianos, mas que a capital da ilha lembra e muito aquela bagunça saudável de uma Itália com transito caótico, gente que fala alto e muito gesto. A população é de um milhão de pessoas e elas circulam por um tanto de igrejas, catedrais, oratórios e museus, construções que mesclam arquiteturas normanda, árabe e barroca. No centro histórico, dois destinos imperdíveis: a Catedral em estilo normando e o Palazzo Reale que demorou treze anos para ser construído e no qual se destaca a beleza dos mosaicos da Capella Palatina. O Teatro Massimo é outra atração que convida a assistir a uma ópera. É o terceiro maior teatro da Europa (perde para Operá de Paris e o KK Hof-Opernhaus de Viena)

Monreale: o brilho da cidade deve-se principalmente aos mosaicos dourados e policromados da Catedral. Anteriormente uma mesquita, ela traz algo dos mestres árabes, venezianos e bizantinos na decoração de suas paredes. É uma obra-prima arquitetônica. Ao lado, o Mosteiro Beneditino, é um claustro considerado dos mais significativos na Itália por suas dimensões e a beleza de suas colunas duplas.

Segesta: a cidade fundada por um povo local mesclou-se bem à cultura grega e depois à romana. No século V a.C. foi construído um anfiteatro no topo de uma colina no qual eram representadas as peças durante o verão. Nunca terminada, a construção dórica jamais teve teto. No entanto é magnânima num platô no alto da colina e a vista de lá é indescritível.

Trapani: além do mar com cores indescritíveis decorando seu litoral, a cidade portuária é famosa pela produção do sal. Atividade local desde o século XIX tem até um museu que instrui muito sobre a produção local que, pela qualidade, é exportada a locais longínquos como norte da Noruega.

Erice: o acesso se faz por Trapani. E pode ser realizado de uma maneira bem original: de bondinho Erice é medieval e seu centro histórico traz uma volta ao passado com vias de pedra e pequenas praças que levam a igrejas belíssimas. Além da famosa gastronomia, a principal atração da cidade é Castello de Veneri construído sobre um templo dedicado à deusa Venus.

Agrigento: a cidade é sinônimo de sua atração mais famosa Vale dos Templos, construções do século V a.C. que evocam o poder e a magnitude do poderio grego. É um sítio arqueológico ricamente preservado que traz, além dos templos, um bairro com ruínas do mercado, santuários, altares e villas muitos deles decorados com mosaicos originais. Para se ter uma ideia, a região vai mostrar sete templos de estilo dórico: Juno, Concórdia, Asclépio, Héracles, Olimpeu e Dioscuro.
Catânia tem um dos vizinhos mais esquentados do planeta. É a cidade na qual se chega para visitar o Monte Etna que se exibe sem despejar sua ira sobre a população local. O último incidente grave foi em 1693 e as construções posteriores ao evento mostram o uso da lava na arquitetura. A erupção em 2003 foi alvo de fotos de turistas deitados na praia e clicando o vulcão cuspir fogo.

Taormina: é aquela cidade de interior que fica à beira-mar e traz a oportunidade de curtir suas ruas estreitas e ao chegar ao topo de uma ladeira vislumbrar o belo Etna e curtir a visão das magníficas praias ao redor.Destacam-se ali o teatro grego e o fato de abrigar um festival de cinema no mês de junho.

Lipari: Chega-se de Taormina a essa encantadora ilha que se traduz em tranquilidade cercada de um mar turquesa de fazer inveja aos mais belos destinos caribenhos. Embora a vontade seja deitar-se sob o sol, é igualmente irresistível visitar seu centro antigo repleto de história.

Siracusa: é a mais grega das cidades sicilianas. Ortigia é o centro histórico que permite visitar as ruínas do Templo de Apolo e a catedral construída sobre o templo de Minerva. Ainda é possível ver as colunas dóricas do templo. Ali dentro existe um pequeno altar dedicado a Santa Lucia, protetora da cidade.

Messina: antes chamada de impronunciável Messpiatacuenpiattoporta, é e sempre foi considerada a porta de entrada da Sicília, acessada pelos ferrys que vão e voltam do continente. O relógio astrológico da torre da Catedral é um dos maiores do mundo. Feito em Strasbourg em 1933 dá seu show ao meio-dia quando figuras de ouro se movem num ciclo de quinze minutos.

Cefalù: a pequena cidade portuária possui um cenário exuberante das ondas batendo num escarpa rochosa que tem acima uma igreja normanda dominando a paisagem. Foi cenário do belíssimo Cinema Paradiso. Dois pontos altos: o Lavatoio Medievale curioso local de banhos e lavagem de roupas e Osterio Magno parte de um castelo de século XIII.

Curiosidades: para saber antes de ir
Em Palermo, existe a Fonte da Vergonha. Ela é uma obra do escultor Camiliani (1554/1555), repleta de simbologia e supera em beleza muitas fontes de Roma. Seu nome é em razão das inúmeras estátuas nuas. Localizada em meio a igrejas, hoje oferece beleza; no passado, muita vergonha.
Será que dá ver o Etna sem sair queimado de lá? Peça a benção ao elefantinho de lava da fonte que está no centro de Catânia. A peça, segundo consta, pertenceu ao bruxo Eliodorus, é do ano 8 d.C e protege a cidade das erupções. Ele devia estar de férias, em 1669, quando o fogaréu do Etna durou 122 dias e matou mais de 20 mil pessoas.
É funesto, mas corajosos arriscam o olhar às catacumbas dos monges capuccinos. Em Palermo, abaixo do monastério, corpos embalsamados encontraram a climatização adequada para retrair o processo de decomposição. São muitos. Alguns com cabelo, barba e bigode. Macabro ou curioso?
Sicilia era berço grego de riqueza cultural e arquitetônica muito antes da construção da Acrópole de Atenas. Agrigento é prova dessa magnificência. O inacabado templo de Zeus Olímpico tem o tamanho de um campo de futebol (112m X 56m) e é o maior templo dórico do mundo.
Finados, feliz da vida: A celebração dessa data na Sicilia nada tem de tristeza e silêncio. As famílias celebram com banquetes como se recebessem entes queridos para uma festa que inclui presentes para a criançada, guloseimas diversas como o frutta martorana, marzipã em formato de frutas.
Vincenzo Bellini é o nome italiano representativo na esfera da ópera do século XIX. Nascido na Catânia, seu trabalho mais consagrado foi Norma que tem na famosa ária Casta Diva, um dos principais papéis do repertório soprano, algumas vezes apresentado pela cantora lírica Montserrat Caballet.
Adornos e joias com referências a Santa Lucia são vendidos em Siracusa. A mártir cristã siciliana sofreu perseguições no tempo de Diocleciano. O pior deles foi ter seus olhos arrancados da face. Para surpresa dos perseguidores, novos olhos, ainda mais lindos, nasceram em sua face. É padroeira dos que tem problema de visão.
Nada comprovado, mas seria Shakespeare siciliano? A hipótese se sustenta no fato de que sua obra Muito barulho por nada faz referências detalhadas à Messina, coisa impossível a quem não viveu na cidade. Além do que 40% de seu trabalho envolve temas italianos: Romeu e Julieta, Othello, A Megera Domada, para citar alguns poucos.
Quer um passeio por debaixo da terra? Siracusa tem tuneis subterrâneos utilizados para proteção de bombardeios durante a guerra. Tem também um atalho que leva, muitos degraus abaixo, aos banhos ritualísticos judaicos de idade imprecisa, mas que parecem ter mais de mil anos. Ambos abertos para visita no verão.
A magnificência da Catedral de Monreale deve-se a um sonho. Diz a lenda que Guilherme II adormeceu sob uma árvore e sonhou com a Virgem Maria que o orientou a escavar o local na busca de um tesouro para construir um templo em homenagem à Santa. Foi o que fez e com as moedas de ouro encontradas pagou artistas especializados em mosaico para dar brilho à construção.



Não dá para voltar sem provar


A culinária siciliana é um dos pontos altos da visita e dizem que supera a tradicional italiana do resto do país. Será verdade? Pois é o tipo de assunto que é bom colocar em pratos limpos e vazios pois é assim que eles ficarão após a refeição e é em volta da mesa que uma discussão como essa ganha peso. Se bobear, muito peso.
Maravilhas salgadas e doces sicilianos são tradição há anos. No quesito etílico, seus vinhos fazem fama. Marsala é a cidade que dá nome ao delicioso vinho frutado.
A cidade de Erice, além do perfil medieval, faz fama pelos doces artesanais. Mary Tyler Simeti escreveu Bitter Almonds, meio biografia, meio livro de receitas, e fala de sua infância como órfã no convento de Erice e o aprendizado na fabricação de delicias como cuscinetti (de limão), cassatas (de amêndoa e baunilha), bucellati (de figo e canela) e sospiri entre outras. O que está nas páginas, está nas pasticcerias locais.
Não é o único livro com esse vértice. O primeiro livro culinário do mundo ocidental é da Sicilia e tem o nome de A arte de cozinhar. Seu autor é um grego-siciliano, Mithaecus de Siracusa (V a.C.). A gastronomia é tão rica e de tal importância que foi estabelecida na Sicília uma escola culinária de formação de chefs que, uma vez formados, iam trabalhar nas casas de romanos da aristocracia.



Algumas delícias que valem cada caloria:


- Canollis é doce típico da Sicília. No formato de canudinho, a massa crocante é recheada com creme de ricota e pistache. Uma cereja e raspinhas de laranja dão o toque final: não há quem resista.
- Prove a granita, uma raspadinha de frutas e gelo, tipo um frozen que garante trazer uma brisa fresca nos dias de calor. A original é de limão.
- Por falar no azedinho, não se esqueça de espremer um limãozinho na salada ou no prato principal. Limão siciliano não tem esse nome à toa. Na verdade, ele veio do Oriente, mas quem soube fazer uso do seu sabor com maestria, foi o povo local daí o nome.
- Para ver o Etna é só olhar para cima. Ali embaixo, a ordem é provar a uva Nero Davola, originária de seu sopé. Em espécie ou na forma de um cálice de vinho.
- É chamado de ouro verde e o nome faz jus ao mais gostoso pistache do mundo: o de Bronte, cultivado aos pés do Etna.
- Gosta de vinho do Porto? E Madeira? Prove Passito de Pantelleria. É o irmão italiano dos famosos vinhos de sobremesa. Perfeito para acompanhar um pudim de leite. Huuum!
- Arancini é outra delicia local: bolas fritas de arroz com recheio de carne, queijo e tomate.
- Tem mais: a Sicília é a terra dos polpetones (no estilo siciliano, é claro) e do Fettuccine ai Frutti di Mare.
- Por mais estranho que seja, experimente pão com sorvete. Algumas sorveterias vendem. Peça brioche e gelato.
- O chocolate de Modica, na província de Ragusa, é um sabor à parte. Fabricado como fazia os astescas, a técnica trazida pelos espanhóis trabalha diretamente os grãos de cacau. Os chocolates tradicionais são de baunilha e canela. Para esquentar, prove o peperoncino, de pimenta.
- Tem também a ricota, utilizada nas sobremesas locais. É um produto de exportação que fez história.
- E o marzipã Bem, só existe uma coisa a falar sobre ele: não deixe de provar!



Você já viu a Sicília antes No telão.


Não só de tiros e mafiosos a Sicília se faz presente nas telas do cinema. Muitas vezes, a ilha é pano de fundo de produções cinematográficos singelas como Cinema Paradiso e O carteiro e o poeta. Os cenários são lindos e a sensibilidade na sétima arte é a mesma de quem vai, conhece e se encanta com a Sicília pessoalmente.
Entre os nomes da atualidade que usaram a ilha como locação, o grande Giuseppe Tornatore deu vida ao já citado e premiado Cinema Paradiso (1988) que divide locações entre Palazzo Adriano (cuja praça recebe a luz do refletor na projeção do filme ela ainda está lá do mesmo jeitinho), Cefalù e Bagheria, cidade natal do cineasta. É também dele as obras-primas O Homem das Estrelas (filmado em Modica e Ragusa Igla), Malèna (Siracusa, Noto e falésias brancas Scala dei Turchi, perto de Agrigento) e Baarìa (que teve Bagheria também como locação).

Roberto Begnini, mais famoso por sua A Vida é Bela, rodou em Palermo e arredores de Taormina o seu Johnny Stecchino.
Do time antigo, vale citar que Marcelo Mastroianni foi O Belo Antonio e o protagonista de Divórcio à Italiana, ambos rodados igualmente na ilha. Luchino Visconti fez aqui o clássico O Leopardo e Lina Wertmuller, Mimi, o metalúrgico. Não dá para se esquecer da história do exílio de Pablo Neruda em O Carteiro e o Poeta gravado em Salina, uma das ilhas eólicas que pertencem a Sicília.

Imensidão Azul, filme de Luc Besson que tem o mar como astro principal não escolheu outro mar senão aquele que banha a Sicília, gravando a trama em Taormina.
Até mesmo a realidade de Hollywood se mesclou ao cenário local quando virou manchete a fúria de Elizabeth Taylor ao quebrar um violão na cabeça de Richard Burton numa crise de ciúmes no Teatro Greco em Taormina. Ou quando no filme O poderoso chefão, após um crime, o mafioso pede a seu parceiro que traga um cannoli, o insuperável doce siciliano. E mais uma vez, na terceira versão do filme, quando o personagem do ator Eli Wallach usa para cometer um assassinato um cannoli envenenado. Hollywood sabe o quanto esse primor culinário é irresistível.

 

10 Dicas Flot sobre a Sicília

 

1. A primavera e o outono se comportam como verão. E existem 1500 km de litoral esperando por quem gosta de relaxar à beira-mar.
2. Das maravilhas da Sicília, o Etna é o astro principal. Vale chegar ao topo do vulcão ou perto dele no Refúgio Sapienza a 1800 metros de altura. Aos mais curiosos, segue-se de teleférico, micro-ônibus e a pé.
3. Atrações turísticas das cidades se concentram numa região permitindo o turismo a pé e um maior contato com o povo local.
4. Impossível não visitar a área arqueológica de Agrigento. É como reunir vários monumentos da Antiguidade em um só local.
5. De todas as delícias gastronômicas, difícil resistir ao marzipã não só pelo sabor, mas pelo modo como se apresenta no formato de frutas coloridas e atraentes.
6. Vá ao cinema antes de ir à Sicília. As opções de tê-la como cenário são muitas. Uma dica: O Leopardo, de Visconti, que traz além da ilha, Claudia Cardinale e Alain Delon, como representantes de beleza na Sétima Arte.
7. Mosaicos são uma atração à parte. Seja na Capela Palatina, em Palermo, ou no exagero dos 6000 m2 de desenhos policromados e de ouro da Catedral e Mosteiro de Monreale.
8. A pergunta o que comprar na Sicília? leva rapidamente a outra pra comer?. Guloseimas são o foco, mas não só de ricota e marzipã vive a ilha. Cerâmica é outro forte. Para loja de grifes, experimente Corso Umberto, em Taormina. Fazendo fama entre compradores vorazes, está a Sicilia Outlet Village, próximo à Catânia.
9. Visitar Sicília é uma surpresa. Porque é Itália, mas outra Itália. Descubra por que.
10. Para quem tem como foco conhecer destinos considerados patrimônios mundiais tombados pela UNESCO, muitos estão na Sicília. Visite o tanto que sua viagem permitir e, se não der tempo, volte outra vez.


  - A área arqueológica de Agrigento (1997)
  - A vila Romana de Casale (1997)
  - As ilhas Eolie (2000)
  - A cidade de Val di Noto (2002)
  - Siracusa e as necrópoles de Pantalica (2005)
  - O teatro dei Pupi siciliani (2008) (o teatro de fantoches)
  - O Etna (2013) (olha ele aqui em destaque)
  - A prática agrícola da comunidade de Pantelleria (2014) (incluir uma prática agrícola é uma novidade na categoria e aqui se trata de cultivo de uvas)